" A inquietude não deve ser negada, mas remetida para novos horizontes e se tornar nosso próprio horizonte."
Edgar Morin

sexta-feira, 19 de maio de 2017

POLÊMICA. DELAÇÕES: É EXCELENTE ESTRATÉGIA, PORÉM ESCAPATÓRIA.
O poder do capital da JBS. Seus"principais" negócios estão nos EUA, EUROPA, AUSTRÁLIA...etc. AGORA LIVRES, SEM TORNOZELEIRAS que os liguem ao Brasil.
A família  Batista de Anápolis/GO já  havia conquistado o mundo. Após delação deixarão o  "RESTO DO RESTO"  NO BRASIL para os financiadores, via BNDS, os cidadãos brasileiros.
Administrarão do "estrangeiro" suas instalações industriais de vários segmentos produtivos (carne, couro, biodiesel, trading, embalagens, ambiental, gordura, etc.). SEU IMPÉRIO  PELO MUNDO ESTÁ MAIS SÓLIDO DO QUE NUNCA "com o dinheiro público  brasileiro".  Delataram... VALEU?... O Tempo responderá... Mas é certo que a JBS se consolidou como um dos mais importantes conglomerado industrial do mundo.

O BRASIL NADA TEME

 
Gravíssimo  sim, o áudio... só de um presidente  receber um empresário investigado na sua Residência Oficial, "ao apagar das luzes"... ouvir, concordar, consentir comentários  de informações "privilegiadas"   sobre a Operação  lava-jato; vazar  taxa de juros de 1% do BC; comentar com empresário: "está  de olho nos dois né?" - juízes; se silenciar diante aliciamento de um Procurador; conceder solicitação  ao empresário em ter acesso ao ministro
Henrique Meirelles,
CADE, e outros.
É   estapafúrdio  e absurdo; uma imoralidade; uma conivência com a obstrução da justiça, consentimento...
Chegamos  até, perceber uma imponderável e "estranha" subserviência, impotência do Gestor do Executivo diante do empresário (o qual o tratava de você...fiz isto  e aquilo...procurei fuluno...e o Chefe do executivo em tudo concordava).
Uma Ofensa enfática e irreparável de um "presidente e chefe de Estado" à  República Brasileira. Renúncia? Cassação  da Chapa pelo TSE? Impeachment? Diretas ou indiretas? ..." HOJE" me
Limitei a  este comentário... pois sabemos que tem muito mais amanhã, depois e depois...para longas análises. Finalizo, com UMA intertextualidade   da assertiva Positivista (slogan governo Temer):
"ORDEM E PROGRESSO",  me permito: "PROGRESSO MORAL E ORDEM PÚBLICA"

OBSERVAÇÃO: FHC, Aécio &, Lula, Dilma& Cunha, Cabral, Eunício, Renan &, Maia & e o Congresso corrupto &... TODOS  deverão  responder seus crimes  perante o ordenamento constitucional, nas devidas instâncias julgadoras, sob os  títulos e artigos  do direito penal. Historiadora Juliane Gomide.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

PLS 280 - PREVÊ NORMAS PENAIS QUE AMEAÇAM A IMPUNIDADE



VOCÊ SABE QUE O PLS 280 - PROJETO DE LEI DE ABUSO DE AUTORIDADE - AUTORIA DE RENAN CALHEIROS prevê, entre outras normas penais, a detenção de um a quatro anos ao juiz que decretar condução coercitiva de investigado "manifestamente descabida". A mesma punição é prevista à autoridade que "executar a captura, prisão ou busca e apreensão de pessoa que não esteja em situação de flagrante delito". O projeto é considerado por alguns parlamentares como um freio a "abusos" de operações como a Lava Jato. Para outros, é uma ameaça de impunidade.

Juristas enviam Moção de desagravo aos Senadores sobre o projeto lei de abuso de autoridade

Abaixo, na íntegra Monção contra o projeto de lei  de abuso de autoridade, encaminhada pelos juristas a todos gabinetes dos senhores senadores:

 Nação Brasileira recusa a manobra de retaliação contra a Operação Lava Jato representada pelo projeto de Lei de Abuso de Autoridade, de autoria do Senador Renan Calheiros (PMDB/AL) e relatado pelo Senador Roberto Requião (PMDB/PR).

A CCJ ao, eventualmente, aprovar este projeto, estará insuflando uma revolta política de consequências imprevisíveis.
O Senado não tem o direito de desmoralizar e destruir as instituições do país para proteger as dezenas de Senadores investigados por práticas continuadas de corrupção.

A Cidadania brasileira espera que o Senado Federal não se transforme numa organização de proteção aos políticos corruptos.

fonte: Veja.com

domingo, 9 de abril de 2017

ARTIGO EL LIBERTADOR DA ARGENTINA REVELA RELATORIO DO SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS SOBRE OS PRÓXIMOS CINCOS ANOS COM TRUMP NO PODER


EL MUNDO DENTRO DE 5 AÑOS, SEGÚN LOS SERVICIOS DE INTELIGENCIA DE ESTADOS UNIDOS

El Mundo

                                                                                                               por Victor Lasa
Cada 4 años, el Consejo Nacional de Inteligencia (NIC) estadounidense hace un ejercicio de predicción sobre cómo el mundo evolucionará durante el lustro siguiente.



La última edición de este informe coincide con las conclusiones de GeopolíticaHOY, que apuntan a la probable caída del poder global estadounidense y al advenimiento de un mundo, esta vez sí, post-Guerra Fría, cuyo comportamiento será definitivamente convulso. 

Las claves:
El mundo verá el declive no sólo del poder global de EEUU, sino de sus pilares fundacionales; las alianzas militares entre EEUU, Europa y Asia (como la OTAN o la ya difunta alianza con Filipinas), el dominio de las democracias liberales como forma de gobierno preferente y las instituciones internacionales que administran la legislación internacional en Derechos Humanos. Al difuminarse este marco político y legal, el comportamiento de las naciones-estado dejará de estar regido por los parámetros a los que el mundo se había acostumbrado desde el final de la Segunda Guerra Mundial.
Aunque el informe no menciona al presidente electo Trump directamente, tampoco ignora que el modo en que el mundo evolucionará será directamente influenciado por sus políticas. Trump ha mostrado en repetidas ocasiones su desdén o incluso rechazo a elementos clave del orden internacional imperante; acuerdos de libre comercio (critica el NAFTA y rechaza abiertamente el TPP), el papel de la OTAN o el auto-impuesto y últimamente muy criticado papel de valedor de la democracia en el extranjero. Sin embargo, y acorde con su tendencia a las grandes contradicciones, ahora parece dar muestras de menor beligerancia hacia el actual orden internacional, según expresó recientemente su polémico asesor de seguridad nacional Michael Flynn. No en vano, un día antes de las pasadas elecciones en EEUU el experto en política exterior de la Brookings Institution, Thomas Wright, avisó de su importancia histórica, sólo comparable a las elecciones en la Alemania de 1932 que terminaron por aupar a Hitler al poder. No tanto porque pudiera haber similitudes entre Trump y Hitler en sus ideologías o formas, sino por la magnitud del cambio en la manera que funciona el mundo que podría traer una victoria del primero.
El paso atrás de EEUU en la escena global abriría las puertas a un mundo multipolar, un sistema de poder fragmentado que declinará en luchas de poder regional. Potencias como Rusia, China o Irán aumentarán su influencia en sus respectivas periferias, algo que ya se puede observar desde hace un tiempo, con la anexión de Crimea por parte de Rusia, su beligerante actitud en el Este de Europa y el Báltico y su nueva alianza euroasiática con Turquía. China se ha decidido a tomar las riendas del comercio internacional en el continente asiático, impulsando una apertura casi más propia del neoliberalismo, mientras que Irán se encuentra envuelto en varias luchas de poder en Oriente Medio, apoyando activamente al régimen de Assad en Siria y a los Houthis en Yemen.
El NIC advierte que el terrorismo global seguirá proliferando, alimentado por la expansión de nacionalismos, los desequilibrios creados por masivos movimientos migratorios y diferentes conflictos regionales de perfil relativamente bajo. El mundo no verá muchos conflictos a la “vieja usanza”, con dos o más países enfrentados formalmente, sino una nueva concepción de guerra; la zona gris. En esta zona gris se producen agresiones que pueden considerarse por debajo de los standards comunes de una guerra, mezclando contextos de paz y combate. Por ejemplo, mientras que EEUU no ha declarado oficialmente la guerra a países como Siria o Iraq, ha lanzado más de 24.000 bombas sobre ambos sólo en 2016.
La institución de la nación-estado recuperará una relevancia perdida tras décadas de globalización. La insostenible lucha entre la figura del estado unilateral y la multilateralidad de los desafíos globales parece estar siendo ganada por el primero. Esto se traducirá en menos consenso internacional sobre asuntos que competen a todos, como el cambio climático, el comercio, la migración, las crisis de refugiados, el desarrollo internacional o las grandes crisis financieras. Un mundo en el que los países mirarán cada vez más sólo por sus intereses, aupados por el neo-nacionalismo populista.
Fonte: Periodico El libertador - http://ellibertadorenlinea.com.ar - Argentina

TRUMP NO TAPÉZIO

A coalizão internacional liderada pelos EUA realiza ataques aéreos na região de Raqqa para apoiar o avanço das unidades curdo-árabes das Forças Democráticas da Síria contra o grupo Daesh; de acordo com a France Press, no entanto, o número de mortos já aumentou para 15, sendo quatro crianças; dezessete pessoas estavam feridas. REUTERES

HISTÓRIA DO CRISTIANISMO. DOMIMGO DE RAMOS


HISTÓRIA DO CRISTIANISMO – DOMINGO DE RAMOS
Domingo de Ramos é uma festa cristã, celebrada no domingo, no Ocidente e no Oriente, antes da ressurreição de Jesus. A festa comemora a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, um evento da vida de Jesus mencionado nos quatro evangelhos canônicos (Marcos 11:1, Mateus 21:1-11, Lucas 19:28-44 e João 12:12-19). Na liturgia romana, este dia é denominado de "Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor".
Jesus ao entrar em Jeruzalém foi aclamado pelo povo simples, que o aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”. Esse povo (Judeus) tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia havia poucos dias e estava maravilhado. Ele tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas; “mas esse mesmo povo” tinha se enganado no “tipo de Messias que Cristo era”. Pensava que fosse um “Messias político, libertador social” que fosse “arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão”.
Para deixar claro a este povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, Jesus entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumento (expressão da pequenez terrena). Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o início à Semana Santa, que mistura os gritos de hosanas (hosana significa salve-nos e é um termo litúrgico, de origem hebraica, e muito utilizada nas religiões Judaica e Católica. Era “gritado pelo povo sofrido de Jerusalém, quando Jesus passava, pedindo que ele o ajudasse, pedindo a sua salvação, acreditando que Jesus poderia libertá-los do sofrimento e dos dominadores” daquela época).O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.

“Na concepção dos princípios e fundamentos do Cristianismo, Jesus não era um Rei deste mundo! (reinaria na aplicação da lei do amor entre os homens)”, assim abandonado e traído é crucificado na sexta feita ( Paixão de Cristo).

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016