" A inquietude não deve ser negada, mas remetida para novos horizontes e se tornar nosso próprio horizonte."
Edgar Morin

domingo, 9 de abril de 2017

HISTÓRIA DO CRISTIANISMO. DOMIMGO DE RAMOS


HISTÓRIA DO CRISTIANISMO – DOMINGO DE RAMOS
Domingo de Ramos é uma festa cristã, celebrada no domingo, no Ocidente e no Oriente, antes da ressurreição de Jesus. A festa comemora a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, um evento da vida de Jesus mencionado nos quatro evangelhos canônicos (Marcos 11:1, Mateus 21:1-11, Lucas 19:28-44 e João 12:12-19). Na liturgia romana, este dia é denominado de "Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor".
Jesus ao entrar em Jeruzalém foi aclamado pelo povo simples, que o aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”. Esse povo (Judeus) tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia havia poucos dias e estava maravilhado. Ele tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas; “mas esse mesmo povo” tinha se enganado no “tipo de Messias que Cristo era”. Pensava que fosse um “Messias político, libertador social” que fosse “arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão”.
Para deixar claro a este povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, Jesus entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumento (expressão da pequenez terrena). Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o início à Semana Santa, que mistura os gritos de hosanas (hosana significa salve-nos e é um termo litúrgico, de origem hebraica, e muito utilizada nas religiões Judaica e Católica. Era “gritado pelo povo sofrido de Jerusalém, quando Jesus passava, pedindo que ele o ajudasse, pedindo a sua salvação, acreditando que Jesus poderia libertá-los do sofrimento e dos dominadores” daquela época).O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.

“Na concepção dos princípios e fundamentos do Cristianismo, Jesus não era um Rei deste mundo! (reinaria na aplicação da lei do amor entre os homens)”, assim abandonado e traído é crucificado na sexta feita ( Paixão de Cristo).